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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Novas siglas do novo governo!!



Siglas do novo governo...
Depois do P.A.C. (PÃO, ÁGUA e CIRCO), Dilma deverá criar mais 6 novos programas, todos na medida da sua personalidade:

1- Base de Operações Legislativas Avançadas - B.O.L.A.

2- Programa Intensivo de Auxílio Didático ao Analfabeto -P.I.A.D.A .
3 - Programa de Revisão Orientado para o Próprio Interesse nas Nomeações em Autarquias - P.R.O.P.I.N.A
4 - Mensuração da Eficiência Real das Decisões Administrativas - M.E.R.D.A .
5 - Serviço de Apoio aos Companheiros que Atuam Nacionalmente, Aliciando Governadores, Empresários e Magistrados – S.A.C.A.N.A.G.E.M.

6 - Fundo para Operações Destinadas aos Apadrinhados e Servidores- F.O.D.A-SE.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Melhores índices de habitação e saneamento básico???

O governo divulgou alguns dados sobre as melhorias nos índices de habitação e saneamento básico, mas como o próprio presidente Lula comentou, a imprensa não mostra as melhorias, somente as tragédias. Enfim, trago aqui a matéria, se alguém souber da solidez dos dados por favor comente conosco. Eu realmente tenho sérias dúvidas quanto à veracidade das informações.



País melhora índices de habitação e saneamento básico, aponta relatório do governo


Rio de Janeiro - O déficit habitacional urbano brasileiro diminuiu em 476 mil residências em um ano, passando de 6,27 milhões de unidades, em 2007, para 5,8 milhões, em 2008, o que ainda é considerado alto. Os índices de saneamento básico também apresentaram melhora expressiva, com a rede de água potável chegando a nove em cada dez famílias brasileiras. A informação consta do 4º Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM), divulgado nesta quarta-feira (24/3) pelo governo.

Em 16 anos, segundo o documento, o percentual de pessoas morando em condições adequadas no Brasil melhorou 15%, avançando de 50,7%, em 1992, para 65,7%, em 2008. As áreas urbanas são as que apresentam o maior percentual de falta de residência (82%).

Para o ministro das Cidades, Marcio Fortes, as melhorias refletem as políticas habitacionais adotadas pelo governo nos últimos anos, como o programa Minha Casa, Minha Vida e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Habitação e Saneamento.

“Temos feito com que o déficit habitacional venha caindo, com as obras que estão sendo feitas, com os programas que estão sendo implementados com vigor. São investimentos sólidos, fortes e importantes, que levarão adiante a decisão do governo de atacar o problema habitacional”, disse o ministro, que participa do 5º Fórum Urbano Mundial das Nações Unidas, na zona portuária do Rio, até o dia 26. O evento reúne mais de 15 mil participantes de 160 países.

Os dados apontam ainda que 89,2% do déficit habitacional é concentrado nas famílias com renda de até três salários mínimos. O problema é mais grave nas cidades brasileiras com mais de 500 mil habitantes: em 97,3% delas há favelas, em 86,5%. cortiços e em 94,6%, loteamentos clandestinos ou irregulares.

Em relação ao déficit em saneamento, o relatório aponta uma grande diferença entre o Brasil rural e urbano. Enquanto nas cidades a água tratada chega a 91,6% das famílias, no interior o índice é bem menor: 27,4%.

O estado com maior oferta de água tratada é São Paulo, com 98,9% das residências atendidas. Na ponta oposta está o Pará, onde só 51,5% da população possui acesso ao serviço.

A rede de esgoto também apresenta uma grande diferença entre campo e cidade, chegando a 80,5% nas áreas urbanas e a 23,1% nas zonas rurais.

A proporção de famílias atendidas por ambos os serviços - água e esgoto - subiu de 62,3%, em 1992, para 76%, em 2008.
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