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domingo, 5 de junho de 2011

Vergonha nacional

Dá pra um bombeiro viver dignamente com 950 reais? Meu apoio aos bombeiros!!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Que país é esse?



É... É a porra do Brasil..

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Preparação para as Olimpíadas

O esporte no Brasil é uma coisa maravilhuósa né... Vejam como estão sendo os preparativos para as Olimpíadas.. Como bem escreveram em um site, Brasil, um país de todos....kkkkkk Sai do meio, cachorro!!!

domingo, 4 de julho de 2010

Precisamos de mão de obra

Eu sabia que isso ia acontecer... Agora aqui é o lugar, o Eldorado... Mas uma coisa é certa, precisamos de mão de obra, mas qualificada... Porque desqualificada temos aqui, e que poderia ser treinada e utilizada, desse modo acabaríamos com uma boa parte do desemprego existente... Ora, se já temos miseráveis aqui, não é interessante que outros venham para cá, por isso defendo uma política de imigração que favoreça a mão de obra qualificada. Por falar nisso, andando no centro de São Paulo, ali na região da República, vemos muitos africanos que por não terem qualificação, acabam vendendo artesanato, bugingangas na rua.. Já aqui em Brasilia são os chineses vendendo suas coisas barulhentas que brilham... E aí, isso é interessante para a economia do país?
Com a economia brasileira em franca expansão, demanda por trabalhadores é grande
A remessa de divisas por trabalhadores estrangeiros fixados no Brasil para os países de origem nunca foi tão grande. Dados do Banco Central mostram que, de janeiro a maio deste ano, nada menos do que US$ 322,7 milhões saíram do território nacional, 52,3% a mais que o registrado no mesmo período do ano passado. Motivo: com a economia brasileira crescendo entre 7% e 8% ao ano, o país se tornou um dos principais polos de atração de mão de obra do mundo - sobretudo de pessoas com alta qualificação.

O oposto está ocorrendo com os brasileiros. Desde o estouro da bolha imobiliária americana em setembro de 2008, que levou à quebra do banco norte-americano Lehman Brothers, aqueles que tentaram a sorte no exterior estão sofrendo o diabo com a estagnação econômica dos países mais ricos, em especial os Estados Unidos e o Japão. Quando comparados os cinco primeiros meses deste ano com igual período de 2009, o envio de recursos desse grupo de trabalhadores encolheu US$ 22 milhões.

Mas a situação desses brasileiros é mais difícil do que se imagina. Sem condições de trabalho, muitos dos que estavam no Japão, os dekasseguis, tiveram que fazer o caminho de volta. Entre outubro de 2008 e março deste ano, cerca de 80 mil deles retornaram para o Brasil. As remessas daquele país para cá, que giravam em torno de US$ 94,1 milhões por mês no auge da crise mundial, caíram a um terço: foram apenas US$ 30,7 milhões em maio último.

Generosidade

Para o governo, não há perspectiva de inversão desse quadro tão cedo. Ou seja, a tendência é de as remessas de trabalhadores estrangeiros do Brasil para os países de origem continuem crescendo e as de brasileiros para cá diminuam ou se estabilizem, pois ainda vai demorar muito para que os países ricos saiam do atoleiro. Mas esse quadro não assusta: o Brasil nunca precisou tanto de trabalhadores preparados para atuar em setores que demandam elevado nível de conhecimento.

Dados do Ministério do Trabalho apontam que o número de estrangeiros com autorização para trabalhar no Brasil triplicou nos últimos cinco anos. Eram apenas 5 mil nos primeiros três meses de 2006. No mesmo período deste ano, foram 11,5 mil registros. A evolução anual também é surpreendente. Em 2006, o Ministério do Trabalho autorizou 25,4 mil estrangeiros a trabalharem no país. No ano passado, foram 42,9 mil - um salto de 68,8%.

Na avaliação do coordenador-geral de Imigração do Ministério do Trabalho, Paulo Sérgio de Almeida, em geral, os trabalhadores estrangeiros são altamente qualificados e vêm trabalhar em funções com carência de mão de obra local. Os salários são, portanto, elevados. É o caso dos estrangeiros com visto de temporário para o setor de produção e exploração de petróleo e gás natural. Muitos vêm em embarcações e plataformas. Entram ainda na conta do ministério diretores e executivos que vêm trabalhar em filiais de empresas estrangeiras sediadas no Brasil.
É o caso de Rui Carvalho, 35 anos, morador do Lago Sul. O português migrou para o país há um ano, com a proposta de participar da montagem da Wixx, empresa de acesso à internet, no cargo de diretor financeiro. Apesar de contar com toda a estrutura pessoal em Brasília, onde vive com a mulher brasileira e o casal de filhos, precisa enviar recursos para Portugal periodicamente para financiar a manutenção do patrimônio que deixou na Europa. "Meu contrato é de três anos, mas isso não significa que minha estada aqui acabará nesse prazo. O Brasil é um país de fácil integração, além das afinidades culturais, o povo é receptivo."

Latinos lideram

O Brasil é visto hoje por muitos trabalhadores da América Latina como os Estados Unidos de até bem pouco atrás em termos de oportunidades para se ganhar dinheiro. E, para o Ministério do Trabalho, o número de pessoas que estão empregadas no país é muito maior do que o grupo que recebeu autorização para ocupar uma vaga no mercado formal, devido à entrada ilegal de mão de obra. Os trabalhadores estrangeiros sem registro vêm, principalmente, da Bolívia, da Colômbia e do Peru. Mas mesmo essas pessoas enviam dinheiro regularmente para seus países para ajudar familiares. As estimativas apontam para a existência de cerca de 900 mil estrangeiros trabalhando no Brasil. Já o número de brasileiros no exterior é estimado em 3 milhões.

Limitações

Totalmente regularizada e adaptada ao Brasil, a cubana Elba Álvaro Rodrigues, 52 anos, residente no país há dois, sempre remete recursos para o marido e o filho que ainda moram na ilha caribenha. Médica veterinária, especializada em biologia molecular e microbiologia, ela trabalha na Sabinbiotec. Com visto definitivo, só lamenta a limitação do tempo que pode passar em Cuba. Para manter a autorização de permanência no Brasil, as viagens ao exterior devem ter duração de, no máximo, três meses. "Vim para trabalhar como cientista, mas é inevitável que a renda do meu trabalho aqui seja necessária para cuidar de minha família em Cuba", conta.

O português Rui Carvalho, diretor-financeiro de uma empresa de internet, diz que, depois da recente crise mundial, muitos imigrantes brasileiros deixaram Portugal. "Não me surpreendo. Isso tem a ver com o contexto econômico global. Fala-se que o Brasil pode crescer na casa dos 7% ao ano. Então é natural as pessoas irem atrás das oportunidades", diz.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/07/04/economia,i=200735/COM+A+ECONOMIA+BRASILEIRA+EM+FRANCA+EXPANSAO+DEMANDA+POR+TRABALHADORES+E+GRANDE.shtml

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Dados que assustam

Confiram esses dados, são deveras assustadores.. Não dá para conceber, depois de tantas melhorias na qualidade de vida da população mais carente, ainda existir um contingente tão grande de necessitados..
IBGE: 35,5% dos brasileiros não têm alimento suficiente.


A fome zero ainda não é realidade no Brasil, embora o acesso das famílias brasileiras à comida tenha aumentado significativamente em sete anos. Ainda que 35,5% das famílias vivam em situação de "insuficiência da quantidade de alimentos consumidos", segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008/2009, o porcentual é bem inferior ao apurado na pesquisa anterior, referente ao período 2002/2003, quando os alimentos eram insuficientes para 46,7% das famílias consultadas.

No Norte, mais de 50% das famílias ainda não comem o que necessitam. Mas houve redução da fome em todas as regiões brasileiras. Os destaques ficaram com o Sudeste - onde os alimentos eram insuficientes para 43,4% das famílias em 2003, enquanto em 2009 essa situação baixou para 29,4% - e o Norte (de 63,9% para 51,5%).

Apesar de comerem mais, as famílias brasileiras ainda não conseguem escolher sempre os alimentos consumidos. Apenas 35,2% delas consomem sempre os alimentos "do tipo preferido", enquanto 52% nem sempre conseguem comer o que querem. Outras 12,9% das famílias "raramente" consomem o tipo preferido de comida.

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/26584_IBGE+355+DOS+BRASILEIROS+NAO+TEM+ALIMENTO+SUFICIENTE

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Futuro do Brasil comprometido

Não é de hoje que eu venho batendo na tecla que o Brasil precisa investir na infra-estrutura básica. Tomem por exemplo as estradas, a cada dia mais esburacadas... E o ensino? Será que precisaremos importar trabalhadores qualificados? Vejam a reportagem do Financial Times.
Infraestrutura atrapalha "futuro brilhante" do Brasil

Problemas como o trânsito, as favelas, a precariedade dos aeroportos e estradas, e a deficiência no tratamento de água e esgoto estão atrapalhando o "futuro brilhante" do Brasil, segundo uma série de reportagens produzidas para um caderno especial sobre a infraestrutura nacional, publicado nesta quinta-feira pelo jornal britânico Financial Times.

"Os planos estão na mesa. A economia está crescendo. Os investidores estão fazendo fila... Mesmo assim, o novo futuro brilhante do Brasil parece ainda estar fora de alcance", diz o artigo que abre o caderno. "O panorama para a infraestrutura (brasileira) é profundamente irregular", afirma o FT.

Como exemplo de problemas, o jornal cita a "assustadora" tarefa de se urbanizar favelas, evidenciada pelos recentes desabamentos no Rio; a melhoria "lenta" dos transportes públicos enquanto o País compra mais carros do que suas ruas comportam; a confusão sobre as responsabilidades de Federação, Estados e Prefeituras sobre o tratamento de água e esgoto; atrasos em projetos causados por "falhas de gerenciamento e o peso da burocracia"; e até "ideologias" entre o que deve ser privatizado ou mantido sob o controle do governo.

Veja a matéria completa em
http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201005061043_BBB_78944240

terça-feira, 30 de março de 2010

Interiorização da Violência

Bem, eu já havia estudado isso há alguns anos, dessa tendência da interiorização da violência, o problema é que essa mudança ou migração, está sendo de forma muito rápida.

Estudo mostra queda de homicídios nas capitais e aumento no interior em dez anos


O número de homicídios mostrou tendência de queda de 1997 a 2007, de acordo com o estudo Mapa da Violência 2010 Anatomia dos Homicídios no Brasil divulgado nesta terça-feira, em São Paulo.


De autoria do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, do Instituto Sangari, o estudo revelou que o número de homicídios passou de 25,4 por 100 mil habitantes em 1997 para 25,2 por 100 mil habitantes em 2007.


A queda foi maior nas capitais do país, onde as ocorrências passaram de 45,7 homicídios a cada 100 mil habitantes em 1997 para 36,6 em 2007. Porém, no interior os números são bem diferentes.


A taxa de homicídios no interior do país cresceu de 13,5 (a cada 100 mil) em 1997 para 18,5 em 2007. De acordo com o estudo, os dados indicam o fenômeno da "interiorização da violência",que começou na virada do século, e consiste no deslocamento dos polos dinâmicos da violência das capitais e regiões metropolitanas para o interior.


Além disso o estudo mostrou que desde 1980 a violência continua crescendo entre os jovens brasileiros. Se a cada 100 mil jovens (entre 15 e 24 anos) 30 deles morriam por homicídio em 1980, o número saltou para 50,1 em 2007.


"Assim, pode-se afirmar que a história recente da violência que resulta em homicídio, no Brasil, é a história do crescimento dessa violência entre jovens. Uma não terá solução sem a outra", afirma Waiselfisz no estudo, segundo o qual 512,2 mil pessoas morreram no Brasil vítimas de homicídio entre 1997 e 2007.


De acordo com o Mapa da Violência, em mais de 90% desses casos de homicídio as vítimas eram homens e os mais atingidos período foram os negros: se em 2002 morriam 46% mais negros do que brancos, em 2007 a proporção cresceu para 108%.


http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u714035.shtml

quarta-feira, 24 de março de 2010

Melhores índices de habitação e saneamento básico???

O governo divulgou alguns dados sobre as melhorias nos índices de habitação e saneamento básico, mas como o próprio presidente Lula comentou, a imprensa não mostra as melhorias, somente as tragédias. Enfim, trago aqui a matéria, se alguém souber da solidez dos dados por favor comente conosco. Eu realmente tenho sérias dúvidas quanto à veracidade das informações.



País melhora índices de habitação e saneamento básico, aponta relatório do governo


Rio de Janeiro - O déficit habitacional urbano brasileiro diminuiu em 476 mil residências em um ano, passando de 6,27 milhões de unidades, em 2007, para 5,8 milhões, em 2008, o que ainda é considerado alto. Os índices de saneamento básico também apresentaram melhora expressiva, com a rede de água potável chegando a nove em cada dez famílias brasileiras. A informação consta do 4º Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM), divulgado nesta quarta-feira (24/3) pelo governo.

Em 16 anos, segundo o documento, o percentual de pessoas morando em condições adequadas no Brasil melhorou 15%, avançando de 50,7%, em 1992, para 65,7%, em 2008. As áreas urbanas são as que apresentam o maior percentual de falta de residência (82%).

Para o ministro das Cidades, Marcio Fortes, as melhorias refletem as políticas habitacionais adotadas pelo governo nos últimos anos, como o programa Minha Casa, Minha Vida e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Habitação e Saneamento.

“Temos feito com que o déficit habitacional venha caindo, com as obras que estão sendo feitas, com os programas que estão sendo implementados com vigor. São investimentos sólidos, fortes e importantes, que levarão adiante a decisão do governo de atacar o problema habitacional”, disse o ministro, que participa do 5º Fórum Urbano Mundial das Nações Unidas, na zona portuária do Rio, até o dia 26. O evento reúne mais de 15 mil participantes de 160 países.

Os dados apontam ainda que 89,2% do déficit habitacional é concentrado nas famílias com renda de até três salários mínimos. O problema é mais grave nas cidades brasileiras com mais de 500 mil habitantes: em 97,3% delas há favelas, em 86,5%. cortiços e em 94,6%, loteamentos clandestinos ou irregulares.

Em relação ao déficit em saneamento, o relatório aponta uma grande diferença entre o Brasil rural e urbano. Enquanto nas cidades a água tratada chega a 91,6% das famílias, no interior o índice é bem menor: 27,4%.

O estado com maior oferta de água tratada é São Paulo, com 98,9% das residências atendidas. Na ponta oposta está o Pará, onde só 51,5% da população possui acesso ao serviço.

A rede de esgoto também apresenta uma grande diferença entre campo e cidade, chegando a 80,5% nas áreas urbanas e a 23,1% nas zonas rurais.

A proporção de famílias atendidas por ambos os serviços - água e esgoto - subiu de 62,3%, em 1992, para 76%, em 2008.
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